1992. É final da tarde. O fim-de-semana passou a correr. O tempo está seco e a estrada também. Ao volante do Ford Fiesta cinza prata está a avó Adelaide. Aquela mulher assertiva que determina, que decide, que sabe para onde quer ir. O destino, desta vez, é simples e claro. Vai deixar-me em casa porqueContinue a ler “A estrada do engenheiro inglês”