Gosto de acordar. Gosto da sensação de aconchego dos lençóis, do edredão, do saco-cama. Assim, já desmanchados. Mas aconchegantes. Gosto de me espreguiçar, ainda deitado. Gosto de acordar às escuras. Gosto de acordar e ver a luz a passar pelos buraquinhos das persianas. Gosto de ouvir a chuva a cair, com força, lá fora. GostoContinue a ler “Acorda (A casa às costas – parte 2)”